quinta-feira, 9 de maio de 2013
The Journey Down: Chapter One - Análise
Em 2010, a desenvolvedora Skygoblin lançou um freeware pixelado e sem dublagem, que dois anos depois recebeu uma remasterização. Muito bem feita por sinal. Falarei aqui do primeiro capítulo (e único lançado até então) da série: The Journey Down: Over The Edge.
A jornada trata de dois irmãos de criação, Bwana e Kito, que administram o posto de gasolina do pai adotivo (que os abandonou de repente, sem motivo). Os dois acabam se envolvendo em uma teia de conspirações, quando uma universitária chega até eles em busca de um misterioso livro. O problema é que um poderoso magnata, dono de uma empresa suspeita, que deseja controlar toda a cidade, aparentemente também está atrás desse livro.
O capítulo um Over the Edge é uma espécie de prólogo, que inicia a aventura dos três.
Mais informações sobre como baixar a versão gratuita, no final da análise.
Arte de quem sabe o que faz
Vou começar focando nos sentidos visão e audição, que para mim, foram os mais agraciados pelo jogo. E ambos têm uma peculiaridade muito interessante no jogo: a forte influência africana. Vou detalhar cada aspecto a seguir.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Sai o primeiro trailer do Double Fine Adventure!
Acho que todos estão familiarizados com o Kickstarter, site de crowdfunding (financiamento coletivo) que ultimamente fez com que muitos desenvolvedores independentes conseguissem lançar seus jogos. Mas será que você lembra de como foi o boom desse serviço, no financiamento de jogos?
Como começou
O renomado criador de adventures Tim Schfer, cansado da intromissão das publishers em seu processo criativo, resolveu pedir grana para os fãs do gênero na internet! As publishers dizem que esse tipo de jogo não gera lucro, então nunca iriam financiar um adventure point-and-click em duas dimensões. Então Tim pensou: "Eles nunca vão me financiar, mas tenho certeza que esse tipo de jogo tem público, então vou pedir dinheiro para os próprios players!".
E foi isso que ele fez.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Deponia - Análise
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Foi isso que Tim Schafer disse sobre os Adventures, em seu vídeo do Kickstarter. E provavelmente a alemã Daedalic Entertainment, que desenvolveu jogos como The Whispered World e A New Beginning, tem certa parcela de culpa nisso.
Pode-se dizer que a Daedalic é quase uma substituta da LucasArts/Sierra. Eles ainda não fizeram jogos épicos ou memoráveis, mas com certeza estão produzindo jogos de aventura de excelente qualidade, fazendo com que as aventuras não fiquem somente em nossas memórias ou sonhos. E Deponia é um excelente exemplo disso.
Pode-se dizer que a Daedalic é quase uma substituta da LucasArts/Sierra. Eles ainda não fizeram jogos épicos ou memoráveis, mas com certeza estão produzindo jogos de aventura de excelente qualidade, fazendo com que as aventuras não fiquem somente em nossas memórias ou sonhos. E Deponia é um excelente exemplo disso.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
The Cave - Análise
Logo no início do jogo, nós (amantes de adventures) já temos um Déjà vu. Podemos escolher três dentre sete personagens para começar nossa aventura. Sim, já vimos isso antes no clássico Maniac Mansion, de Ron Gilbert, e é ele mesmo que está por trás de The Cave, com seu estilo único e típico humor Gilbertiano.
A Caverna
Sete aventureiros estão em volta de uma fogueira em uma noite escura, prestes a entrar em uma Caverna e começar sua aventura. E é essa Caverma que nos explica o que está se passando. É, é isso mesmo que você leu, é uma caverna falante. Esse narrador misterioso nos explica que essas pessoas vão entrar na caverna em busca de seus desejos mais profundos.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
The Cave - Um Adventure diferente
Tá quase na hora de lançar The Cave, um adventure que à primeira vista não tem nada de adventure. Quando vi pela primeira um trailer do jogo, o primeiro jogo que veio na minha cabeça foi Little Big Planet: gráficos semelhantes(três dimensões, porém em plataforma), personagens bonitinhos e tal. Não dei muita importância, parecia um jogo como outro qualquer. Eu estava errado.
Foi quando eu vi quem eram os responsáveis pelo jogo: Ron Gilbert, mente por trás de Manic Mansion (o precursor dos adventures point-and-click) e Monkey Island e a Double Fine Productions, empresa fundada pelo Tim Schafer (outro gênio dos adventures, o cara por trás de Grim Fandango).
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| Os personagens jogáveis. |
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Primordia - Primeiras impressões.
Olá Aventureiros! Vou dizer aqui minhas primeiras impressões de Primordia. Primeiras mesmo, já que só joguei meros 15 minutos, e provavelmente não vi nada do jogo ainda. Mas como eu queria escrever aqui de qualquer jeito, e tô sem tempo de jogar, vai assim mesmo. Provavelmente no futuro farei uma review completa do jogo, mas por enquanto vou dizer o que achei do comecinho mesmo.
Antes de começar, que tal você ver o início também? Eu gravei os 15 minutos de gameplay, dá uma olhada aí e vê se concorda com o que eu vou dizer aqui em baixo.
O trailer não mentiu, a ambientação do jogo é muito imersiva. A música combina com esse futuro pós-apocalíptico robótico."mas o que combina com futuros pós-apocalípticos robóticos, seu maluco?" Você deve estar se perguntando. Não sei! Simplesmente combina!
A personalidade dos protagonistas é bem interessante também. Horatio, é um cara (um robô, na verdade) bem sério e centrado, enquanto seu coleguinha Crispin é um piadista incurável, que se torna o alívio cômico do jogo, que até agora não tem nada de engraçado (tirando o próprio Crispin). Mas eu não disse isso em tom negativo, pelo contrário. Geralmente jogos com história sérias costumam me prender mais, não sei por que.
Antes de começar, que tal você ver o início também? Eu gravei os 15 minutos de gameplay, dá uma olhada aí e vê se concorda com o que eu vou dizer aqui em baixo.
O trailer não mentiu, a ambientação do jogo é muito imersiva. A música combina com esse futuro pós-apocalíptico robótico."mas o que combina com futuros pós-apocalípticos robóticos, seu maluco?" Você deve estar se perguntando. Não sei! Simplesmente combina!
A personalidade dos protagonistas é bem interessante também. Horatio, é um cara (um robô, na verdade) bem sério e centrado, enquanto seu coleguinha Crispin é um piadista incurável, que se torna o alívio cômico do jogo, que até agora não tem nada de engraçado (tirando o próprio Crispin). Mas eu não disse isso em tom negativo, pelo contrário. Geralmente jogos com história sérias costumam me prender mais, não sei por que.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Primordia!
A WadjetEye Games vai publicar mais um adventure! A empresa desenvolveu alguns point-and-clicks como a série Blackwell (ainda não tive a oportunidade de jogar) que recebeu reviews medianas, e foi publisher de jogos como Resonance e Gemini Rue (jogo recente, e já é um dos meus preferidos). E agora vai publicar o Primordia!
O jogo se passa em em futuro pós-apocalíptico onde aparentemente os humanos já não existem.
O jogo se passa em em futuro pós-apocalíptico onde aparentemente os humanos já não existem.
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